PCP solidário com a luta dos professores e educadores

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O PCP esteve presente na jornada nacional de luta dos professores e educadores e solidário com as suas justas reivindicações.

Para o PCP é inaceitável que depois de mais um começo de ano lectivo com milhares de alunos sem professores, com milhares de professores com a casa às costas e em algumas cidades a “pagarem para trabalhar”, com professores com 50 anos de idade e e 20 de vínculos precários, com uma carreira docente em que, depois de cortes e congelamentos são precisos 50 anos de serviço para se atingir o seu topo, o Governo do PS tenha agora apresentado um Orçamento para a Educação para 2023 que, não só não corrige nem quer corrigir estes problemas e injustiças, como representa um corte real da verba para a escola pública numa política que aposta assim no agravamento destes problemas e na degradação do direito à educação.

Para O PCP é urgente intensificar a luta de ruptura com esta política, com esta desvalorização da vida, dos direitos e da saúde de quem faz a escola pública.

O PCP tem apresentado propostas para a vinculação imediata de todos os professores com três ou mais anos de serviço que desempenham funções permanentes e a contagem de todo o tempo serviço para efeitos de progressão e a valorização da carreira, a fim de a valorizar e assim garantir a recuperação da atratividade e rejuvenescimento da profissão para que todos os estudantes tenham direito a ter professores a todas as disciplinas.

👉 Declaração de Paula Santos https://www.pcp.pt/pcp-solidario-com-…

Bastards – Anabela Fino

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Diz-se da In­gla­terra que é a mais an­tiga de­mo­cracia par­la­mentar do mundo. A afir­mação tornou-se um lugar comum, um clichê, que de tanto re­pe­tida é aceite como se ver­dade fosse.

A ba­derna po­lí­tica que se vive em terras de sua ma­jes­tade – só a mera exis­tência da mo­nar­quia é mo­tivo de re­flexão – após a de­missão for­çada de Boris Johnson, a es­colha de Liz Truss para chefe do go­verno e a sua de­missão 45 dias de­pois, não in­co­moda as ca­beças bem pen­santes nem as leva a ques­ti­onar um re­gime em que o des­tino da es­ma­ga­dora mai­oria da po­pu­lação está à mercê de uma elite que in­tegra o 1% dos mais ricos e que não faz a mais pá­lida ideia de como (sobre)vivem os seus con­ci­da­dãos.

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O PCP saúda a eleição de Lula como Presidente do Brasil

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NOTA DO GABINETE DE IMPRENSA DO PCP, 31 Outubro 2022

O Partido Comunista Português saúda a eleição de Lula da Silva como Presidente do Brasil e sublinha a grande importância e significado político da derrota do candidato da extrema-direita para o desenvolvimento da luta do povo brasileiro e dos povos da América Latina e de todo o mundo pela democracia, o progresso social e a paz.

Alcançada no quadro de uma campanha em que Bolsonaro e os seus apoiantes, desde a utilização dos fundos públicos, coacção nos locais de trabalho, manipulação da religião, violência armada, recorreram a tudo para se manter no poder, a vitória de Lula da Silva constitui uma grande vitória das forças democráticas e abre caminho à satisfação das mais sentidas aspirações populares.

É uma vitória que significa um importante revés para o crescimento da extrema-direita e do fascismo, nomeadamente nos EUA e na Europa, e que aponta para a recuperação do papel positivo do Brasil nas relações internacionais.

A vitória democrática suscita justificadas esperanças e expectativas de mudança mas os obstáculos que o novo Governo tem por diante são gigantescos. Confiamos porém que, com o apoio e mobilização popular que caracterizou a campanha de Lula, será possível frustrar previsíveis tentativas revanchistas e assegurar a concretização das promessas eleitorais.

Felicitando o Presidente Lula da Silva pela sua eleição e saudando o PT, o PCdoB e demais forças democráticas e progressistas pela importante vitória alcançada, o PCP assegura-lhes a sua firme e empenhada solidariedade, numa luta que continua.

Miguel Soares: Concentração «Os Povos querem Paz, não o que a guerra traz»

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PCP11 mil subscritores

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O PCP esteve quarta-feira, em solidariedade, presente na concentração «Os Povos querem Paz, não o que a guerra traz», reafirmando o seu compromisso com a defesa da paz, com a paz para os povos de todo o mundo.

ℹ️ Conhece a declaração de Miguel Soares ➡️ https://www.pcp.pt/nos-defendemos-paz…

Jerónimo de Sousa: Uma visão universal e progressista da História. A actualidade da obra de Saramago

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Decorreu, no passado dia 22, a conferência «Uma visão universal e progressista da História – A actualidade da Obra de José Saramago», inserida nas comemorações do centenário de José Saramago que o PCP realiza sob o lema «escritor universal, intelectual de Abril, militante comunista».

Uma conferência que debateu a escrita e toda uma obra onde está presente o penetrante olhar sensível e profundamente humano de José Saramago sobre a vida dos homens e sobre os «males do mundo», mas também a acção e intervenção política concreta de um homem que tomou Partido na luta pela liberdade, pela democracia, contra as desigualdades sociais, por um mundo melhor e diferente.

ℹ️ Conhece a intervenção de abertura por Jerónimo de Sousa ➡️ https://www.pcp.pt/legado-de-jose-sar…

OE 2023 – PROPOSTAS DO PCP

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Tal como já reafirmámos, o PCP opõem-se a esta proposta de Orçamento mas não deixará de intervir com soluções para responder aos problemas concretos que afetam os trabalhadores, o povo e o País, que demonstram que é necessário e possível um caminho alternativo.

Apresentamos as primeiras propostas ao Orçamento do Estado para 2023, que apontam soluções no sentido da valorização do poder de compra dos reformados e pensionistas, da regulação de preços de bens essenciais, do reforço do Serviço Nacional de Saúde e de uma justa política fiscal que contribua para a material a partir da qual devem avançar as respostas que o País precisa.

Declaração de Paula Santos https://www.pcp.pt/primeiras-proposta…

PEV: OE2023 | UM ORÇAMENTO DO FAZ DE CONTA

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Faz de conta que o país ficará mais robusto! Mas não ficará!

A insistência do Governo em diminuir substancialmente o valor do défice, de 1,9% (estimado em 2022) para 0,9% do PIB (previsto no OE para 2023), significa, na prática, que o Governo rejeita fazer o investimento necessário para que o país se fortaleça num ano em que se preveem muitas contrariedades, designadamente, de origem externa.

Essa obsessão com o défice é extremamente prejudicial e levará o país a ter menos condições para gerar riqueza e melhoria da qualidade de vida das populações, com implicações, também, ao nível das micro pequenas e médias empresas e da atividade produtiva do país. Em suma, ficarão criadas menos condições para gerar a dinâmica de que a nossa economia precisa, especialmente em tempos onde a contração espreita de forma vigorosa.

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Monumentos – Gustavo Carneiro

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Nos úl­timos tempos, em vá­rios países, têm sido des­truídos ou re­ti­rados do es­paço pú­blico mo­nu­mentos evo­ca­tivos da vi­tória sobre o nazi-fas­cismo e do papel de­ter­mi­nante nela as­su­mido pela União So­vié­tica. Ou­tros, com a mesma origem – e se­me­lhante des­tino –, exaltam a paz e a ami­zade entre os povos.

Em Riga, ca­pital da Le­tónia, foi de­mo­lido o obe­lisco de quase 80 me­tros que as­si­na­lava a li­ber­tação da ci­dade pelo Exér­cito Ver­melho, evo­cado também num me­mo­rial des­truído em Brzeg, na Po­lónia. Da ter­ceira maior ci­dade da Es­tónia, Narva, foi re­mo­vida a ré­plica do tanque T34 que aí ho­me­na­geava os sol­dados so­vié­ticos caídos a li­bertar o ter­ri­tório. Também o Monu­mento à paz mun­dial foi re­ti­rado da rua de Hel­sín­quia onde se en­con­trava há mais de 30 anos. O mesmo acon­teceu nou­tros países e ci­dades e a coisa pro­mete não ficar por aqui.

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«Uma festa como nenhuma outra»: o testemunho de um norte-americano

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Graças a ele, estão traduzidos em língua inglesa – e apenas nela – os oito volumes O autor deste texto é tradutor da obra de ficção literária de Álvaro Cunhal. que a compõem. Veio a Portugal participar na mais recente Festa do Avante!. O seu testemunho é interessante em muitos aspectos, mas merece destaque o sentimento reforçado de confiança num futuro socialista que o autor levou consigo. E isso valerá certamente muito, para alguém que vive no interior da principal potência imperialista.

ATALAIA-AMORA-SEIXAL, Portugal- “Não há festa como esta!” proclamam aqui os slogans e t-shirts. “Não há festa como esta!”

É preciso um esforço hercúleo para pôr de pé um espectáculo como este, e uma série de voluntários do Partido Comunista vindos de todas as partes de Portugal realizam a maior parte do trabalho.

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Proposta PCP: Simplificar o acesso à tarifa regulada na energia, criar tarifa regulada de gás de botija e canalizado

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A proposta do PCP “Simplificar o acesso à tarifa reguladas na energia, criar tarifa regulada de gás de botija e canalizado”, foi rejeitada com os votos contra do PS e IL.

A simplificação do acesso à tarifa regulada, a tarifa regulada passar a ter um carácter permanente e a tarifa regulada ser alargada ao gás botija e canalizado, seria um passo importante contra as oscilações especulativas do mercado livre.

O PS e IL, ao rejeitarem esta proposta do PCP, estão a sujeitar as famílias aos interesses das grandes empresas de energia.

CONCESSÃO DAS CANTINAS ESCOLARES, UM PRIMEIRO (MAU) SINAL DA MUNICIPALIZAÇÃO – Francisco Gonçalves

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Encontrei por estes dias um velho amigo, amigo este que, nos idos anos noventa do século
passado, cursava Educação Física numa Escola Superior de Educação, não sei se sobre a égide
do paradigma das Ciências do Desporto e Educação Física ou da Ciência da Motricidade
Humana. O que sei, várias vezes por ele lembrado, é que integrava uma turma constituída por
dezoito formidáveis mancebos e cinco impetuosas amazonas, muito dados a mesa farta e
prato cheio, tal era a voracidade daqueles vinte e três mamíferos, a maioria atletas (futebol,
voleibol, andebol, natação, ginástica) e que acumulavam mais de vinte horas de prática
desportiva semanal, entre aulas e treinos.
Corria o ano de 1993 e a instituição resolveu concessionar a uma empresa privada a cantina
escolar, despachando as cozinheiras para outras tarefas e locais do estabelecimento, entre as
quais a memorável D.ª Maria, incansável a atestar, e repetidas vezes, a marmita daqueles
alarves.
Nesse tenebroso mês de setembro, ocorreu aquilo que agora chamam downsizing, traduzido à
época por outras palavras feias e impronunciáveis numa coluna de jornal. A nova gerência
apresentava umas ementas giríssimas, tabuleiros lindíssimos, empratamento fotográfico, mas
pouco, muito pouco comer e nenhuma possibilidade de repetição.
Momento marcante: os que cursavam Línguas – mais dados ao manuseamento da palavra –
diziam mesmo: tanto adjetivo e tão pouco substantivo. O adjetivo, como sabemos e nos
lembra o Paulo Sucena, “engordura a prosa”, particularmente se for parca a substância e
prolixa a decoração.
Foi pelo ronronar de estômagos pouco aconchegados que aqueles alunos aprenderam que
concessionar cantinas escolares dá nisto: quem dirige rentabiliza recursos, quem gere o
negócio – como o nome indica – trata do negócio, os mancebos e as amazonas que
necessitavam de forte sustento tiveram que moderar apetites e gastar mais no bar da escola.
Em suma, os primeiros pouparam, os segundos ganharam, os terceiros perderam.
Este ano letivo, à boleia da transferência de competências, as cantinas escolares da Escola
Básica de Arouca, da Escola Secundária de Arouca e da Escola Básica e Secundária de Escariz
deixaram de ser garantidas por pessoal não docente dos dois agrupamentos do concelho.
Deste modo, conseguiu a Câmara Municipal de Arouca deslocar uns quantos funcionários,
poupando assim uns cobres em eventuais contratações.
Ao que consta, a qualidade e higiene do novo serviço deixa muito a desejar, a quantidade e
qualidade da comida também, e os protestos dos alunos e dos pais e encarregados de
educação sucedem-se. Em suma, o serviço público das cantinas escolares disponibilizado aos
alunos dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário de Arouca piorou.
Temo tratar-se de um primeiro sinal do maravilhoso mundo da municipalização – concessões,
privatizações e demais desresponsabilizações. Nem o nome socialista parece já garantir o que
quer que seja, nem é distintivo de outros nomes, quando a hora é a de gerir serviços. A palavra
de ordem é externalizar.

“Roda VIva”, 21 de Outubro de 2022

JCP intensifica contactos com estudantes e trabalhadores

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A Di­recção Na­ci­onal (DN) da JCP de­fine como pri­o­ri­dade a cam­panha de afir­mação «Ju­ven­tude Co­mu­nista – em luta pelo que é nosso. Tra­balho, am­bi­ente, igual­dade, es­cola pú­blica».

Com esta cam­panha, a JCP vai in­ten­si­ficar o con­tacto com os es­tu­dantes e jo­vens tra­ba­lha­dores, co­nhecer os seus pro­blemas e as­pi­ra­ções, dar a co­nhecer o seu pro­jecto, bem como pro­curar mo­bi­lizar e or­ga­nizar todos na luta pela me­lhoria das con­di­ções de vida e pela re­so­lução dos pro­blemas con­cretos em cada es­cola, fa­cul­dade, em­presa e local de tra­balho.

“Avante|”, 13 de Outubro de 2022

UM ANO

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Passou um ano. E a verdade é que não haverá área que não confirme os alertas: hospitais sem médicos, escolas sem professores, preços sem controlo, rendimentos dos trabalhadores e reformados em queda, lucros sem limite.

Mas mais do que ter razão, o importante é relembrar hoje: não tem de ser assim.

E por tudo isso dirigimo-nos a todos: aos que “sempre souberam”, aos que tiveram dúvidas e especialmente aos que discordaram frontalmente: seremos todos necessários no combate que aí está

Solidariedade com o Povo palestiniano

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✊O PCP condena a escalada de violência e provocações levadas a cabo nos últimos dias pelo Governo israelita e por grupos de colonos israelitas armados contra a população palestina.

As incursões de grupos sionistas em torno da mesquita de Al-Aqsa prosseguem impunemente, assim como as tentativas de expulsão das populações palestinas de bairros de Jerusalém, nomeadamente o bairro de Sheikh Jarrah. Tais acções, concertadas entre o Governo israelita e grupos extremistas, integram a estratégia de anexação de Jerusalém Oriental, tornando ainda mais difícil a construção do Estado Palestino como previsto nas relevantes resoluções da ONU.

O PCP apela à solidariedade para com a luta heróica do povo palestiniano, pelos seus inalienáveis direitos nacionais e, no imediato, pela libertação dos milhares de presos políticos palestinos nas prisões israelitas, o fim do bloqueio da Faixa de Gaza e das provocações e violência contra o povo palestino, nomeadamente em Jerusalém.

👉 Nota completa https://www.pcp.pt/pcp-apela-solidari…

Se perguntarem – Anabela Fino

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«(…) E, se nos per­gun­tarem o que fa­zemos, po­demos res­ponder: «Nós lem­bramo-nos». É assim que, len­ta­mente, aca­ba­remos por ga­nhar a par­tida. E, um dia, lem­brar-nos-emos tão bem que cons­trui­remos a maior pá me­câ­nica da his­tória, ca­va­remos o maior tú­mulo de todos os tempos e en­ter­ra­remos a guerra.» As pa­la­vras de Granger, o homem que me­mo­rizou a Re­pú­blica, de Platão, em Fah­re­nheit 451, o in­qui­e­tante livro de ficção ci­en­tí­fica que em me­ados do sé­culo pas­sado de­nun­ciou o pe­rigo mortal que paira sobre a ci­vi­li­zação oci­dental, são um alento de es­pe­rança e um es­tí­mulo à re­sis­tência quando tudo pa­rece afundar-se à nossa volta.

No ro­mance, a morte da cul­tura cul­mina na des­truição das mentes, pri­meiro, e logo de­pois dos corpos, «até ao apo­ca­lipse de uma guerra in­sen­sata e in­com­pre­en­sível que apaga todas as ac­ções hu­manas», como a pro­pó­sito es­creveu Mário Hen­rique Leiria. Para re­sistir, é pre­ciso não es­quecer.

Lem­bremo-nos então.

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A SITUAÇÃO DO PAÍS, O ORÇAMENTO DO ESTADO E A POLÍTICA ALTERNATIVA

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O PCP realizou ontem, em Sacavém, uma sessão pública para debater a situação do país, o Orçamento do Estado e a política alternativa.

Um Orçamento do Estado que aprofundará o empobrecimento da maioria da população, que traduz a opção de reduzir a dívida e o défice por conta da redução do valor real dos salários e das pensões, pela desvalorização dos serviços e do investimento público.

O PCP não aceita este caminho de retrocesso e regressão social e lutará com os trabalhadores e o povo por um futuro com melhores condições de vida, certos de que o caminho necessário é outro. ℹ️

Sabe mais ➡️ https://www.pcp.pt/situacao-do-pais-o…

Medina sabe o que está a fazer? – Pedro Tadeu

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Desde 2010 que pagamos mais impostos para salvar as contas do Estado. Foi uma emergência. O Orçamento do Estado para 2023 devia agora responder a outra emergência: salvar as contas dos que defenderam o Estado em 2010. Não é isso que está a acontecer.

Que realidade é que este governo está a ver para negociar um acordo de Concertação Social a quatro anos que quase nada dá aos trabalhadores – e o pouco que promete já prevê que não será cumprido, ao depender de uma evolução positiva da economia? (E como é que a UGT assinou aquilo?!…)

Que realidade é que este governo está a ver para fazer um Orçamento com o pressuposto de apenas 4% de inflação em 2023 (ninguém acredita, nem o Presidente da República!…)?

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Saúde Mental para todos: um prioridade global – Lara Pinho

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No dia 10 de outubro comemorou-se o Dia Mundial da Saúde Mental com o mote “Fazer da saúde mental e bem-estar para todos uma prioridade global”. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmam que quase 1 bilião de pessoas vivem com uma perturbação mental e acrescentam que a depressão e a ansiedade aumentaram mais de 25% no primeiro ano da pandemia. Estudos internacionais indicam que medidas como o confinamento e consequente isolamento social; as notícias constantes acerca da pandemia; o medo de ficar infetado e a preocupação com o futuro, bem como a dificuldade no acesso à saúde devido a outros problemas que não a COVID-19 contribuíram para este aumento.

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Governo «mantém obstáculos à sustentabilidade» das pequenas e médias empresas

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A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) critica a manutenção de «obstáculos» na proposta de Orçamento do Estado para 2023 e acusa o Executivo de «adiar o futuro» do país. 

 /Awin

O documento apresentado esta segunda-feira pelo Governo, «não elimina a discriminação negativa» e «mantém os obstáculos à sustentabilidade económica e à rentabilidade» das micro, pequenas e médias empresas (MPME), admite a Confederação, através de comunicado.

«Esta proposta de Orçamento (…) nada traz de significativo que ajude as MPME a enfrentar a crise, condenando a economia nacional à estagnação e à falência de empresas e empresários», adianta a estrutura com perplexidade, tendo em conta o Executivo não ter incluído nenhuma das propostas apresentadas pela Confederação para impulsionar a actividade das suas associadas e o sustento de mais de três milhões de trabalhadores.

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Manifestação Nacional 15 de Outubro

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Farto de roubos e mentiras?

Tudo para a rua!

🗓️ 15 Outubro

📣Manifestação 🕒 15h00

📍 Lisboa (Cais do Sodré) e Porto (Campo 24 de Agosto)

Traz o teu colega que já faz contas para ir às compras para a família porque os preços galoparam e o salário está praticamente congelado; traz o teu amigo que já pergunta como é que vai ser isto da mensalidade ao banco para pagar a casa até porque arrendar está fora de questão pois PS, PSD e CDS entregaram a cidade à especulação; traz a tua vizinha que vai ter a sua reforma cortada pelo PS, como no tempo da troika; traz quem te faz companhia no transporte e que diz que não vai poder ligar o aquecedor este ano e que se revolta quando lhe contas os lucros da EDP.

Vamos para a rua exigir salário, reformas, controlo de preços, taxação de lucros e serviços público condignos. Vamos todos para a rua exigir o que é nosso!

✊ Organiza-te e luta

#partidocomunistaportuguês #partidocomunistaportuguêscontigotodososdias #adereaopartidocomunistaportuguês #políticapatrióticaedeesquerda

Governo corta apoio à electricidade verde

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Trata-se, segundo os agricultores, de mais um duro golpe para a agricultura familiar, como se não bastasse a difícil situação que estão a viver.

CréditosAntónio Cotrim / Agência Lusa

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) chama a atenção para os cortes de que estão a ser vítimas os pequenos e médios agricultores, ao verem reduzido de 20% «para apenas 10%» o apoio na factura da electricidade utilizada nas explorações agrícolas e pecuárias, também conhecida como electricidade verde.

A CNA denuncia também que, contrariamente ao anunciado pelo Ministério da Agricultura, «não estão a ser pagos aos agricultores os retroactivos desde Janeiro deste ano», considerando inaceitáveis estes cortes e atrasos numa altura em que na agricultura enfrenta «uma crise sem precedentes e em que os custos dos factores de produção, nomeadamente da electricidade, não param de aumentar».

Trata-se, segundo a CNA, de «mais uma machadada» do Governo nas explorações agrícolas familiares, «já discriminadas nas tão apregoadas ajudas de crise, que ou chegam tarde e mal ou, em grande parte dos casos, não chegam mesmo aos pequenos e médios agricultores».

“AbrilAbril”, 8 de Outubro de 2022

Portugal, a Acta e a Lei – Gustavo Carneiro

A Cons­ti­tuição da Re­pú­blica Por­tu­guesa é clara: nas suas re­la­ções in­ter­na­ci­o­nais, o País deve reger-se pelos prin­cí­pios da in­de­pen­dência na­ci­onal, do res­peito pelos di­reitos do homem e dos povos, da igual­dade entre Es­tados, da so­lução pa­cí­fica dos con­flitos in­ter­na­ci­o­nais, da não in­ge­rência nos as­suntos in­ternos dos ou­tros Es­tados e da co­o­pe­ração com todos os ou­tros povos para a eman­ci­pação e o pro­gresso da hu­ma­ni­dade.

É também ela a pre­co­nizar, ainda no seu ar­tigo 7.º, a «abo­lição do im­pe­ri­a­lismo, do co­lo­ni­a­lismo e de quais­quer ou­tras formas de agressão, do­mínio e ex­plo­ração nas re­la­ções entre os povos, bem como o de­sar­ma­mento geral, si­mul­tâneo e con­tro­lado, a dis­so­lução dos blocos po­lí­tico-mi­li­tares e o es­ta­be­le­ci­mento de um sis­tema de se­gu­rança co­lec­tiva, com vista à cri­ação de uma ordem in­ter­na­ci­onal capaz de as­se­gurar a paz e a jus­tiça nas re­la­ções entre os povos».

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Paula Santos: Sobre a proposta de Orçamento de Estado para 2023

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Em reação à apresentação da proposta do Governo PS de Orçamento do Estado para 2023, Paula Santos afirmou «Contas certas? essas só mesmo para os grupos económicos que são os únicos que beneficiarão deste Orçamento. Este é um Orçamento de empobrecimento e que contribui para um agravamento das desigualdades.»

👉 Declaração completa https://www.pcp.pt/sobre-proposta-de-..

Manifestação Nacional 15 de Outubro

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Farto de roubos e mentiras?

Tudo para a rua! 🗓️ 15 Outubro

📣Manifestação

📍 Lisboa e Porto

Traz o teu colega que já faz contas para ir às compras para a família porque os preços galoparam e o salário está praticamente congelado; traz o teu amigo que já pergunta como é que vai ser isto da mensalidade ao banco para pagar a casa até porque arrendar está fora de questão pois PS, PSD e CDS entregaram a cidade à especulação; traz a tua vizinha que vai ter a sua reforma cortada pelo PS, como no tempo da troika; traz quem te faz companhia no transporte e que diz que não vai poder ligar o aquecedor este ano e que se revolta quando lhe contas os lucros da EDP.

Vamos para a rua exigir salário, reformas, controlo de preços, taxação de lucros e serviços público condignos. Vamos todos para a rua exigir o que é nosso!

✊ Organiza-te e luta